Notícia publicada no Sol, com base em transcrições de escutas no caso Portucale, revela que
Sócrates terá feito pressão junto de Sampaio (quando este era o PR) para que Souto Moura fosse afastado antes de terminar o mandato para dar lugar a Rui Pereira, actual ministro da Administração Interna e ex-director do SIS. Ao coro da pressão juntam-se ainda Abel Pinheiro, tesoureiro do PP aquando do escândalo Portucale, e Fernando Marques da Costa, assessor de Jorge Sampaio na altura. O que une estas duas figuras e Rui Pereira? A filiação na loja maçónica Convergência, do Grande Oriente Lusitano. Ainda segundo o Sol, Rui Pereira e Marques da Costa fundaram entretanto a loja Nunes de Almeida. De referir que Sócrates negava categoricamente na altura qualquer intenção de afastar Souto Moura. Mas este não terá sido afastado apenas porque Sampaio “não quis, no entanto, demitir Souto Moura, e resistiu às pretensões de Sócrates e de Paulo Portas”(Público). Rui Pereira foi nomeado para participar na alteração dos códigos Penal e de Processo Penal em Agosto de 2005.
PS e PP, unidos pela maçonaria em defesa do tráfego de influências. Que bonito.


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3 respostas até agora ↓
Casa Pia II (1) « a mansarda // 6 Outubro, 2007 às 22:39 |
[...] se visto no contexto das pressões que houve para a mudança do procurador geral. Como foi referido no post sobre esse tema, o nome proposto para substituir Souto Moura como procurador-geral (Souto Moura era-o aquando do [...]
Tentativa de demissão do PGR: Reacções « a mansarda // 6 Outubro, 2007 às 23:24 |
[...] No Comments A propósito da notícia do SOL baseada em escutas do processo Portucale, que foi referida num post anterior, o Governo mantém-se em silêncio e adensa-se a teoria de os casos Portucale e Casa Pia terem tido [...]
Casa Pia II (2) « a mansarda // 14 Outubro, 2007 às 0:36 |
[...] As afirmações sobre a rectidão moral e resistência a pressões de Souto Moura contribuem para a preocupação em torno das tentativas para demiti-lo. [...]