No médio oriente: mais do mesmo.

Depois das incursões em território Sírio, Israel viola espaço aéreo Libanês. Os voos sobre o Líbano, em violação da resolução 1701 das Nações Unidas, são diários e duram já há 3 semanas. O Irão avisa que se for atacado por via aérea responderá com mísseis.

Em Akkaba, aldeia palestiniana da margem ocidental, os habitantes preparam-se para a demolição da aldeia por parte das forças israelitas. A razão apontada é tratar-se de uma “zona militarizada” requerendo autorizações especiais para construção que não foram concedidas. Um dos edifícios afectados é um infantário construído para este ano lectivo com dinheiro do Reino Unido, Noruega e EUA (1ª imagem).

Ataques de rockets na faixa de Gaza levam Israel a declarar a região hostil e cortar fornecimento de energia e combustível a toda a população. Hamas considera a acção uma declaração de guerra e ameaça intensificar ataques. EUA reiteram condenações ao Hamas, mas dizem que “não vão abandonar os Palestinianos inocentes”. Ban Ki-Moon, o discreto Secretário-Geral das NU, considera a acção israelita uma violação do direito internacional.

Entretanto, no Líbano, um deputado anti-sírio é assassinado num atentado bombista (2ª imagem). Síria é a suspeita do costume.

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