Interfaces Cérebro-Máquina

Saltou logo à vista na Neuroscience2007 o resumo sobre os avanços na área das interfaces cérebro-máquina. Um dos estudos é o da Universidade de Pittsburgh que conseguiu ter macacos rhesus a operar um braço robótico a partir de eléctrodos implantados no córtex motor. O vídeo foi disponibilizado há uns meses:

Sendo já possível mover o braço num espaço tridimensional e abrir e fechar a mão robótica, a investigação prossegue para os movimentos de pulso. A aplicação mais evidente desta tecnologia é a devolver autonomia a vítimas de paralisia e amputados. O BrainGate, desenvolvido pela Cyberkinetics em parceria com a Universidade de Brown, usa a mesma abordagem para mover um cursor no computador a partir de 100 eléctrodos implantados no córtex. Está em fase de testes com pelo menos três pacientes a usarem o aparelho. Matthew Nagle, tetraplégico, foi o primeiro:

Existem também sistemas que funcionam sem implante, usando um barrete de eléctrodos, mas são mais limitados. A maioria limita-se a uma medição unidimensional para fazer selecções numa interface simplificada quando um cursor automático estiver sobre a opção pretendida. O Brainloop vai um pouco mais longe e usa os impulsos eléctricos das áreas motoras usadas para mexer a mão esquerda, direita e os pés, permitindo operações um pouco mais complexas (vídeo).

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