Gandhi

«It’s not me. It’s the principle.»

«For this cause I too am prepared to die, but for no cause, my friend, will I be prepared to kill.»

Mohandas Gandhi, a quem chamaram Mahatma (e se alguém merece o título é ele), foi assassinado há 60 anos, a 30 de Janeiro de 1948. A efeméride fez-me pensar não só no legado de Gandhi, mas também na forma como outra das referências maiores do pacifismo é encarada: porque é tão complicado a um cristão compreender que Jesus foi também um homem. Talvez não apenas um homem, mas um homem como Gandhi.

Ambos quiseram elevar a Humanidade a valor essencial e universal. Mas Jesus foi colado à religião monoteísta em que nasceu. De Cristo criaram o cristianismo, com qualidades e defeitos unidos de forma indissociável por virem de Deus; de Gandhi ‘apenas’ o pacifismo, a entreajuda e a democracia podem ser extraídos. As ideias-chave só por si, porque valem só por si. Não pela vida eterna mas pela posteridade.

Infelizmente, a resistência pacífica não é uma fórmula infalível. Prova a superioridade moral de quem luta contra a injustiça. Cabe ao resto do mundo cumprir a sua parte.

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